Corre por
entre as veias
Novos e
velhos
Sob a
custódia do mar.
Sem
silêncio, sem gritar
Sem
murmúrio, nem calar.
Falando
somente
De cobre,
sem corte
Claramente.
Se pintar o
artificial,
Nada de
raiva, nem ira,
Tudo bem,
tudo natural.
E com a paz
de cada grão estará perfeito,
Sob a luz do
Sol
Sem
escuridão, sem defeito.
Eu no meu
canto,
Tu no teu,
E nós no
encanto.
E em
respeito a Lua,
Tu tira a
roupa
E eu fico
nua.
Quando a
flor crescer,
E florescer
Tu vai me
bulir
E eu vou sorrir.
E nós vamos
plantar
Grãos de paz
E nós vamos
semear algo mais
Do que falar
Amar.
Nêmora
Franco
13.04.1983
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